
29 novembro, 2007
A única oportunidade!

21 novembro, 2007
15 novembro, 2007
Músicas da minha infância
Por incrível que pareça, esta música ficou-me no ouvido desde muito cedo. Talvez desde que tenha passado na rádio e eu tenha consciência de "eu gosto desta música".
Era mais uma daquelas músicas dos anos 80, de quando em minha casa, de manhã, a minha mãe fazia uma ginástica louca para nos vestir, dar de comer e despachar para a carrinha do colégio que já apitava à porta do prédio, interrompendo a sessão de rádio que ao mesmo tempo ia havendo.
Tinha o hábito de ligar o Sharp (ainda vindo de Moçambique), que ficava em cima do estirador do meu pai no corredor (que era onde ficava, por sua vez, o "atelier" dele). Como a casa era uma casquinha de noz amorosa, o som chegava a todo o lado e lembrava a minha mãe, através do que ia dizendo o locutor, que horas eram.
E esta canção devia passar na altura. Fiquei sempre com ela lá no fundo da memória, até um dia descobrir, numa outra sessão de rádio, essa muito tardia, com o sol quase a nascer, numa directa para as avaliações da faculdade, que esta era a música que trouxe mais fama a uma banda chamada Joy Division (nome que eu havia visto escrito nos casacos de cabedal dos "vanguardistas", uma espécie de punks lá da escola secundária, que andavam no 12º quando eu entrava para o 7º e que me metiam medo só por andarem todos vestidos de preto - mesmo nunca ter visto nenhum ser mau para niguém).
Durante muito tempo julguei a música alegre e esperançosa. Até perceber as letras.
Agora como vai sair o filme sobre a vida de Ian Curtis, lembrei-me outra vez.
07 novembro, 2007
05 novembro, 2007
04 novembro, 2007
De um reino Bué Bué Longe...
Pertence a uma menina Ana que comprou esta pregadeira na Afinal de Contas.
Gostei muito de saber que continua a visitar aqui o blog dos botões!
Para a visitarem a ela, vão a Era Uma Vez em Eindhoven.
30 outubro, 2007
Dia-Não
22 outubro, 2007
14 outubro, 2007
Guia Para Fazer Alguém Sentir-se com Sarna
Eu sei por que é que os meus amigos se contam pelos dedos de uma mão. Sim, uma (1).Eles sabem que sou amiga deles. Não preciso dizer-lhes em declarações provincianas embrulhadas em presentes feitos à mão e private jokes. E também não ficam cinicamente empertigados quando eu lhes mando um berro por achar que estão a fazer asneira.
Fiz isso -declarar-me com todas as letras- uma única vez na minha vidinha e vou procurar nunca mais fazê-lo. É que se o fizer, corro o risco de essa pessoa me ver na rua e passar para o outro lado do passeio ou, não me podendo evitar, educadamente me falar e não me olhar nos olhos.
Este é o Princípio Número 1 do Guia Para Fazer Alguém Sentir-se com Sarna.
24 setembro, 2007
Mea culpa, mea culpa
Estava eu a dizer que as Bombocas são o meu pecado!
Quem é mais ou menos da minha idade (perto dos "intas") sabe do que estou a falar.
O recheio duvidoso e delicioso não deve fazer nada bem à saúde, como de resto muitas coisas dos anos 80 não faziam. Mas ainda cá estamos!
20 setembro, 2007
Puffy Hairy
Another day in a life


07 setembro, 2007
Eu bem me parecia!
You Belong in Paris |
You enjoy all that life has to offer, and you can appreciate the fine tastes and sites of Paris. You're the perfect person to wander the streets of Paris aimlessly, enjoying architecture and a crepe. |

Há quem os veja em todo o lado.










