
31 janeiro, 2008
17 janeiro, 2008
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
synchronise love to the beat of the show é só um piscar de olhos do som que fica cá dentro, com o qual às vezes se acorda, outras vezes se zanga ou que faz apagar todas as luzes e prestar atenção. Lá não se sabe nada de música, nem de a tocar, nem de a inventar. Só se gosta de ouvir e partilhar (às vezes). Não se quer saber de estilos, nem de épocas, nem de bom gosto: vai aparecer aqui muita coisa estranha e improvável, mas é o que a mente manda.O mais objectivo que se pode tentar é dar mais algumas informações acerca do que se vai aqui mostrando.
Pronto.
14 janeiro, 2008
Seja responsável, adopte com moderação!

Como já toda a gente sabe, a minha casa é um zoo.
Agradeço-vos do fundo do coração toda a ajuda que me puderem dar.
PS: Estes cachorrinhos NÃO SÃO BRINQUEDOS! Seja responsável!
31 dezembro, 2007
24 dezembro, 2007
21 dezembro, 2007
À velocidade da luz

18 dezembro, 2007
14 dezembro, 2007
A-ah! Então é isto que eles fazem durante o ano!
Bom Natal para todos!
13 dezembro, 2007
O mundo é para quem nasce para o conquistar
in TABACARIA
Álvaro de Campos
12 dezembro, 2007
Eu senti a Formiguinha!
Queria dizer que A-minha-amiga-de-sempre-sem-espinhas está muito linda!10 dezembro, 2007
Estrelinha de Natal *
Ahhhhhh!!! Correu tããããão bem a feira Crafts & Design na Estrela!Já agora, ficam com um cheirinho da nova imagem gráfica da minha banca, que está já a ser adoptada nas peças que vão entretanto sendo entregues nas lojas.

06 dezembro, 2007
Nervoso miudinho.
03 dezembro, 2007
Indignadíssima!
29 novembro, 2007
A única oportunidade!
21 novembro, 2007
15 novembro, 2007
Músicas da minha infância
Por incrível que pareça, esta música ficou-me no ouvido desde muito cedo. Talvez desde que tenha passado na rádio e eu tenha consciência de "eu gosto desta música".
Era mais uma daquelas músicas dos anos 80, de quando em minha casa, de manhã, a minha mãe fazia uma ginástica louca para nos vestir, dar de comer e despachar para a carrinha do colégio que já apitava à porta do prédio, interrompendo a sessão de rádio que ao mesmo tempo ia havendo.
Tinha o hábito de ligar o Sharp (ainda vindo de Moçambique), que ficava em cima do estirador do meu pai no corredor (que era onde ficava, por sua vez, o "atelier" dele). Como a casa era uma casquinha de noz amorosa, o som chegava a todo o lado e lembrava a minha mãe, através do que ia dizendo o locutor, que horas eram.
E esta canção devia passar na altura. Fiquei sempre com ela lá no fundo da memória, até um dia descobrir, numa outra sessão de rádio, essa muito tardia, com o sol quase a nascer, numa directa para as avaliações da faculdade, que esta era a música que trouxe mais fama a uma banda chamada Joy Division (nome que eu havia visto escrito nos casacos de cabedal dos "vanguardistas", uma espécie de punks lá da escola secundária, que andavam no 12º quando eu entrava para o 7º e que me metiam medo só por andarem todos vestidos de preto - mesmo nunca ter visto nenhum ser mau para niguém).
Durante muito tempo julguei a música alegre e esperançosa. Até perceber as letras.
Agora como vai sair o filme sobre a vida de Ian Curtis, lembrei-me outra vez.
07 novembro, 2007
05 novembro, 2007
04 novembro, 2007
De um reino Bué Bué Longe...
Pertence a uma menina Ana que comprou esta pregadeira na Afinal de Contas.
Gostei muito de saber que continua a visitar aqui o blog dos botões!
Para a visitarem a ela, vão a Era Uma Vez em Eindhoven.











Há quem os veja em todo o lado.