16 maio, 2009
Tenho um dilema:
humpf
15 maio, 2009
O presente da Pintaínha
14 maio, 2009
08 maio, 2009
Um fim de semana em cheio!
O tempo estava m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o!A companhia, óptima!
O ambiente muito descontraído.
E a banquinha, linda!
Fica aqui um agradecimento especial: à minha amiga Tânia e aos seus pais, pela "razia" que fizeram ao meu stock. Valeu! ;) E à minha amiga Liliana e à sua mamã! Vêmo-nos amanhã ;)
Pois então a feira, mais uma vez, foi um sucesso. Muita gente, muito calor, muitas vendas, muitos elogios! E muita vontade de continuar a trabalhar 16 horas por dia para continuar o sonho.
Os preparativos
Já foi no fim de semana passado, mas como ando tãããõ cansada, só agora vos venho falar da nossa - minha e da minha banquinha - presença na Feira da Estrela.Foi 1 mês a trabalhar quase todas tardes depois de um turno de 8 horas a começar às 6h da manhã. Foi um esforço que me impus a mim própria.
22 abril, 2009
Baixar os olhos.
Desta vez alguém fez alguma coisa.
Tenho pena de não ter sido eu.
Muito obrigada.
E agora baixo os olhos em sinal de respeito.
18 abril, 2009
Err....
Nem vou comentar para isto não parecer uma obsessão.
Mas o facto é este: os botões dão para muita coisa.
17 abril, 2009
E agora a novidade!
A Liberdade.
Vão sentir-se umas princesas a fazer compras numa loja de absoluto luxo (estou a falar de tecidos e materiais para costura)! Os cartõezinhos com conjuntos de botões, as fitinhas, os padrões lindos, os mostruários, os sapatos das empregadas, o sítio, o ambiente, o cheirinho... *ai*ai*...
A primeira vez que passei pela montra desta loja, no ano passado, a minha sista disse-me "Esta é a loja mais bonita de Londres, mas não é para o nosso bolso."
Afinal é! Para as meninas que gostem de costuras! E tem coisas lindas!
Eu trouxe de lá aquilo. Tenho pena de não ter trazido mais coisas porque entretanto já tinha trazido isto e as libras não esticavam:
30 março, 2009
28 março, 2009
Back in Style!
Do Not Push My Buttons!, após uma longa ausência, volta a ter stock na Loja do CCB!
Agora situada nas Bilheteiras do Centro Cultural de Belém e com um aspecto renovado pode contar com as nossas colecções já clássicas "1000 Botões" (pregadeiras, alfinetes, bandoletes, etc.), crachás "6 Ideais de Vida", com as malas Bring Good News! e com estes 6 pequenotes!
E de caminho, estes outros 3 foram para a The Wrong Shop, com as novíssimas - a estrear, diria mesmo! - Soul Kitchen! São malas feitas a partir de resguardos de mesa (vulgo, toalhas de plástico dos chineses!) e napa!

(estas primeiras Soul Kitchen ainda foram para a loja com o nome de Bring Good News!, mas vão passar a ter etiquetas próprias. Merecem, não merecem?)
27 março, 2009
Geração 500 euros: outro desabafo
05 março, 2009
Hoje estou lamechas, deixem-me estar.
- ver o Luis a agarrar a nossa Madonna e dizer "És tão fofinha" (parece porno, mas é a coisas mais amorosa que se pode ver);
- ver a minha mãe a comer;
- ver o meu pai a olhar para a minha mãe;
- receber um telefonema da minha irmã quando pego no telefone para lhe ligar;
- comer bombocas;
- ser acordada com uma lambidela no nariz pela Bicoquinhas;
- ouvir dizer "pôr-te a pomada nas peladas, não é prova nenhuma de amor" (eu tenho alopécia, para quem não sabe... e muita!);
- ser reconhecida no supermercado pelos meus miúdos do Colégio;
- beber Coca-cola (outra vez a Coca-cola. Isto tem uma explicação muito mais profunda. Coca-cola quis sempre dizer "Dia Feliz" lá em casa, ou porque havia aniversário, ou porque havia dinheiro, ou porque tínhamos visitas);
- rodar a chave da porta da minha casa;
- a Mafaldinha - a cadela e a personagem;
- comprar flores ao sábado na feira à senhora que me disse "Não se esqueça de ser sempre assim boa e pensar nos outros" porque um dia lhe disse que só podia gastar 1€ nas flores e que me desse o que pudesse, "que não ficasse no prejuízo";
- a minha Maria;
- fazer "os meus botões", isto é, costurar os meus bonecos, as minhas malas, fazer as minhas pregadeiras, mesmo que não estejam perfeitos, pelo menos aqui ninguém manda;
- manhãs de sol;
- a Nina;
- a casa que os meus pais construiram para os nossos cães todos e a mantinha cheia de gatos na cozinha;
- ver as animações da minha irmã - que não é burra! Nunca foi!
Agora já não posso escrever mais nenhuma. Não vejo nada com as lágrimas a escorrerem pelos olhos.
Coca-cola
No comentário que fiz ao post anterior, não sabia deste anúncio.
Vi-o e fiquei com um nó na garganta.
É que estamos aqui para sermos felizes. E beber Coca-cola. Eu fico feliz a beber Coca-Cola. Hoje paguei 2,50€ por uma. Mas soube-me ao ar do Paraíso.
O que seria giro era agora receber um chequezinho do Departamento de Marketing da Coca-Cola só por este momento de publicidade gratuita. Em vez do cheque, também podiam mandar um carregamento de Coca-Colas. Eu ficava feliz.
04 março, 2009
Maria Alice
21 fevereiro, 2009
O eterno retorno
Sei de dois fantasmas cujos espectros vagueiam no aeroporto e arredores. Parecem condenados e dão-me ideias para histórias trágicas a branco e preto. Preto muito escuro e branco obscuro. Mas os factos que vos conto aqui, não são histórias. Apesar de eu preferir que antes fossem.Todos os dias estaciono o carro a uns 10 minutos a pé do meu trabalho. Quando chego, o sol, as galinhas e as pessoas todas ainda estão a dormir. Incluindo o Morador-do-Viaduto. Trata-se de alguém a quem só vejo a silhueta encolhida em cobertores com flores cor-de-rosa e que suspeito ser a pessoa disforme (com uma deficiência física muitíssimo visível e incapacitante) que encontro no meu regresso ao carro depois da minha jornada de trabalho, 8 horas depois, portanto, a pedir umas moedas no semáforo da rotunda. Posso dizer-vos que, às 6h da manhã, está sempre muito frio e cada vez que ali passo imagino o frio que não será dormir em cima das pedras que compõem o declive de suporte ao viaduto. Ao frio, junte-se-lhe o barulho dos carros que já lá passam (e passam pela noite fora), o fumo dos respectivos, a humidade da noite e a fome daquele estômago.
Mas passo por essa silhueta e baixo os olhos. Como todos nós fazemos. Desejando que não tivesse visto o que vi. E continua lá.
Quem também continua "lá" é a "Noiva Eterna". Este foi um nome romanceado que inventei porque, quando me apercebi deste fantasma, irresistivelmente, desenrolei o novelo de uma novela mexicana que terminou mal e terá ficado encarcerada para a eternidade nesta vida com olheiras fundas e cabelo apanhado. Estou a falar de uma senhora, com uns 70 e tal anos, robusta, alta, cabelo grisalho, que, ao longe, muito bem composta, empurra um carrinho de transporte de bagagem onde descansam 2 malas grandes de viagem. Uma viagem que não se concretiza nunca, pois a senhora surge-me uma e outra e outra vez, com as mesmas malas, as mesmas olheiras, os mesmos sapatos azuis grandes demais para o seu pé, as mesmas meias de vidro de tão rasgadas já sem pé, no mesmo local antes de qualquer check-in e a vaguear lentamente no aeroporto, como quem faz um compasso de espera diário de uma escala que nunca vai acontecer, de um companheiro de viagem que nunca cumprirá a promessa de ser feliz-para-sempre-tu-e-eu, de um filho que não vai poder ver mais. Foi a minha mesquinhez feminina que me fez reparar nela: uns sapatos azuis a chinelar numa senhora tão bem posta mas sem imagem no espelho. Hoje dei comigo a pensar onde será que ela dorme, se é que dorme, o que têm aquelas malas dentro. Anteontem a senhora-fantasma pediu uma colher no café e fiquei com a ideia que lha deram sem a ver. Eu vi. E já estou a baixar os olhos outra vez.
19 fevereiro, 2009
05 fevereiro, 2009
22 janeiro, 2009
"Some people know about buttons"
The Curious Case of Benjamin Button
Quando forem ver o filme, reparem no genérico inicial onde aparecem os logotipos da Warner Brothers e da Paramout Pictures. :D
Levem lenços de papel. Há muito tempo que não via um filme tão belo.
"Some people know about buttons..."





